Certamente já ouviu termos como “swing”, “swinging” ou “swinger”. Por todo o país têm aumentado o número de casais que tem uma forma diferente de encarar o sexo no casamento.
São pessoas de todos os estratos sociais, culturais, económicos e etários, com uma enorme vontade de viver e que adoram aproveitar todos os pequenos prazeres que a vida lhes proporciona.
Gostam de se divertir, de “jantaradas”, de dançar até tarde numa discoteca, de beber um copo num bar, de conviver... e, claro, de sexo, muito sexo!
Os swingers encaram o casamento como um partilhar em pleno de uma vida a dois, valorizando a fidelidade mental e não a física. O casal swinger é, pois, desprovido de preconceitos em relação à sexualidade.
No fundo, são libertos de tabus e dão vida às fantasias, com outros casais, aceitando que o seu parceiro tenha relações sexuais com outras pessoas. Contudo, o envolvimento entre swingers é puramente carnal. Nunca sentimental.
Várias são as palavras relacionadas com o swinging, tais como pornografia, promiscuidade, orgias, depravação, libertinagem... Cada casal tem a sua interpretação de swinging. No entanto, um dos principais objectivos dos swingers é estabelecer relações de convívio com outros casais, que venham a enriquecer a vida conjugal, por isso não encaram o swing como algo depravado ou libertino.
Livres de preconceitos, os casais swingers encontram outros casais na Internet. Através de sites próprios, colocam anúncios, falam em chats e fóruns e partem à aventura, marcando encontros...
«O swing consiste numa troca de casais. Infidelidade consentida», afirma um casal de brasileiros, de 46 anos, que já praticou swing três vezes. A experiência com o swing varia de casal para casal e, claro, de pessoa para pessoa. «O que mais de positivo contribuiu para a relação, foi o aumento sensível no desejo sexual de um pelo outro», diz o mesmo casal, que aponta um problema a este tipo de relações estabelecidas, numa primeira fase, através da Internet: «podemos encontrar casais desajustados.
Por exemplo, quando apenas um dos cônjuges quer ter este tipo de relação. Por outro lado, quando encontramos um casal maduro emocionalmente, é um prazer, pois o sexo é feito de forma a que todos se satisfaçam inteiramente.»
(Continua)
O Swinging e a Internet
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