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Alexandra Vasconcelos

Alexandra Vasconcelos

A empresária que lidera cinco empresas e considera que a vida sem trabalho não tem graça


Licenciou-se em Farmácia e no último ano do curso comprou a primeira farmácia. Experimentou jovem a sua veia empreendedora e nunca mais parou.

Atualmente é dona da Ibertronic, uma das mais importantes empresas de equipamentos médicos e estéticos em Portugal, e tem as Clínicas Viver onde pode melhorar e desenvolver os protocolos dos equipamentos que comercializa para poder ensinar os seus clientes. Em casa tem quatro filhos entre os 10 e os 25 anos, a quem transmite toda a sua sabedoria. 

Entrevista:

Estudou onde?
Licenciei-me em Farmácia na Faculdade de Farmácia de Lisboa. Acabei o curso, casei-me e fui para o Alentejo. No último ano do curso comprei a minha primeira farmácia. Tinha 20 anos. O meu empreendorismo já vem daí.

Viveu lá quantos anos?
Cerca de 10 anos. Nasceu lá a minha primeira filha e foram anos muito giros. Para além da farmácia, trabalhei na farmácia do Hospital de Serpa e ainda tinha uma loja de roupa, Stefanel. Entretanto separei-me, vendi tudo o que tinha no Alentejo e com esse dinheiro comprei uma farmácia em Lisboa e fui morar para Cascais.

Recomeçou a sua vida novamente em Lisboa?
Dessa vez sozinha com a minha filha. A minha estabilidade passa por ter muitos projetos ao mesmo tempo, porque não consigo dedicar-me só a uma coisa. Se não tiver ritmo não produzo, não tenho ideias, não me sai nada, fico amorfa...

Para além da farmácia tinha mais o quê?
Como a farmácia era muito antiga, remodelei-a completamente e fiz uma farmácia fantástica que ainda hoje existe na Morais Soares. Quando a farmácia já estava pronta fizeram-me uma proposta para ficar com o master franchising dos restaurantes Lizarran em Portugal.

 Aí os irmãos deram uma ajuda?
Arranquei com os meus irmãos para esse projeto e chegámos a ter 12 ou 13 lojas assinadas. Paralelamente surgiu também a hipótese dos bronzeários, também em franchising, e foi aí que entrei na estética. Na altura os solários estavam na moda e ainda abrimos seis ou sete espaços.

Foi com os solários que ganhou o gosto pela estética?
A partir daí comecei a ter contactos com médicos e a conhecer os equipamentos, até que cheguei a um ponto em que decidi ver-me livre da farmácia e dedicar-me a tempo inteiro à estética. Começou a dar-me muito gozo a parte da formação dos equipamentos e o conhecimento das novas tecnologias e também a parte da comunicação que é uma área que eu gosto imenso.

 

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