Se quer experimentar uma aula de ginástica de grupo sem estar demasiadamente preocupado com coreografias e grau de dificuldade, então delicie-se com uma hora de Body Step.
Nem mais! «Comunicação total”, quem o diz é o professor Luis Cerca, Coordenador Desportivo do Solplay - Health Club, um dos mais credenciados técnicos de BTS (Body Training System), a propósito do tema em análise: o BodyStep.
Afinal, as aulas com step remontam há duas décadas, mas juntar-lhe uma vertente musical coreografada e ajustada a diferentes níveis de intensidade é mais recente. Pretende-se inovar, criando uma explosão cardiovascular atlética e de alta energia.
Uma modalidade simples para ambos os sexos e todas as idades. Cabe ao aluno, com o apoio do seu professor, dosear o treino. A gestão do número de aulas bem como a variação da altura do step permite aumentar ou diminuir a amplitude dos movimentos.
Criado por alguns dos mais famosos instrutores do mundo (Austrália, Estados Unidos, Alemanha, Itália, entre outros, são pioneiros nesta modalidade), o BodyStep permite ao praticante aulas inesquecíveis. Tudo isto permite reforçar a afirmação de Luis Cerca, quando diz que numa aula todos estão de tal forma empenhados que a “comunicação é total”.
Uma aula
A duração pode variar entre os 45 minutos e 1 hora e divide-se por três fases.
Inicialmente os temas musicais tendem a criar um ritmo crescente de empenho na aula, aumentando a temperatura corporal e a facilidade de movimento, terminando com o primeiro “pico” da actividade. Um programa de carácter intenso, onde a variedade de movimentos de baixo impacto e alongamentos dinâmicos incorporam alterações na velocidade da música e na direcção e amplitude dos movimentos.
Numa segunda etapa da aula a ênfase é dada ao desenvolvimento do sistema cardiovascular através de faixas específicas que aumentam a intensidade à mediada que a aula progride.
Uma fase derradeira remete-nos para uma sessão mais calma, onde se realizam movimentos de relaxamento e alongamentos, com a certeza de ter maximizado o treino.
Existem aqui pequenos pormenores que importa aflorar. Por exemplo, como sublinha Luis Cerca, o papel da plataforma (ou step) e o uso correcto da mesma: “A plataforma surge como meio de exercitar ainda mais através da coreografia. Desta forma como que complicamos, no bom sentido da palavra, a vida aos alunos de forma a conseguirmos bons resultados com aquilo que apelidamos do «síndroma do retorno», ou seja, as pessoas gostam das aulas e regressam”, salienta Luis Cerca.
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