A obesidade é sem sombra de dúvida um factor de risco importante nas doenças cardiometabólicas. Contudo, a gordura localizada na região abdominal (na zona visceral, ou seja, esta gordura não conseguimos nós agarrar com os dedos) tem sido sugerida como um preditor de risco mais importante do que a "obesidade no geral" avaliada pelo Índice de Massa Corporal (IMC).
A obesidade abdominal (visceral) está estreitamente associada às comorbilidades metabólicas como a resistência à insulina, diabetes, hipertrigliceridemia, redução da fracção C-HDL ("bom" colesterol) e a hipertensão arterial, condições que aumentam o risco cardiovascular.
Se quer baixar os seus riscos, leia o restante deste artigo.
Segundo a IDF, International Diabetes Federation, a definição da Síndrome Metabólica envolve a existência de uma obesidade na zona abdominal, com as seguintes medições de circunferência de cintura:
e mais 2 das seguintes condições:
- Trigicéridos > 150 mg/dL (ou em terapêutica para hipertrigliceridémia)
- Colesterol HDL ("bom"): Homens: < 40mg/dL;
Mulheres: < 50mg/dL (ou em terapêutica para esta anomalia)
- Tensão Arterial sistólica ≥ 130 ou diastólica ≥ 85mmHg (ou em terapêutica para Hipertensão previamente diagnosticada)
- Glicémia de jejum ≥ 100 mg/dL (ou Diabetes Mellitus previamente diagnosticada)
Quando o IMC (ìndice de Massa Corporal) é ≥ 30, a obesidade pode ser assumida e nesse caso não é preciso medir-se a cintura.
Veja as suas análises, meça a sua tensão arterial, calcule o seu IMC e emagreça se for preciso!
No R´EQUILIBRIO - Programa de Exercício e Saúde faremos estas avaliações e daremos orientação para o Emagrecimento sempre que for pertinente. Peça orientação também, pela sua saúde!
Madalena Muñoz
Nutricionista
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