Queremos manter o nosso estilo e identidade, esperamos que o nosso gosto prevaleça e, se possível, que nos reconheçam pela nossa imagem impecável e original... Muitas vezes, somos reconhecidos, é um facto, mas não pelas melhores razões.
A imagem que adotamos em ambientes profissionais deverá simbolizar os valores da empresa, que poderão ser, por exemplo, dinamismo, tradição, credibilidade, inovação, sustentabilidade e respeito pelo cliente.
Uma empresa de sucesso tem, habitualmente, uma grande preocupação com a gestão da sua imagem global e com as impressões que causa junto dos seus clientes ou parceiros.
Para esta questão as respostas podem ser muito diferentes. No entanto, em todas elas vai existir um ponto em comum – a história da nossa vida.
Cada um de nós fez um percurso que foi moldando, como o gosto, o corpo e as opções. Detestamos determinados tipos de materiais, porque em pequenos nos picavam a pele e odiamos bordeaux, porque era a cor da farda do nosso colégio, por exemplo.
Adoramos este ou aquele acessório porque nos faz lembrar determinada época feliz da nossa vida e vamos estabelecendo relações afetivas com certas peças de roupa, ao longo do tempo.
As nossas escolhas diárias podem ser condicionadas pela temperatura, pelas últimas tendências da moda, pelo estilo de uma celebridade ou, muito simplesmente, pela nossa falta de vontade de nos arranjarmos.
Este é o ponto mais perigoso de todos e o que mais facilmente nos transporta para uma imagem pouco cuidada que emite, na maior parte dos casos, mensagens erradas sobre quem somos.
Estas mensagens acompanham-nos sempre, em todos os momentos em que nos relacionamos com outras pessoas, sendo assumidas como uma forma de comunicação não verbal. A nossa roupa, nas várias esferas da nossa vida, emite sempre uma mensagem.
Está nas nossas mãos fazer com que o seu conteúdo seja o mais proveitoso possível para nós.
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