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Os Modelos Masculinos de Maior Sucesso no Mundo

Veja quem está do top 2008 da revista Forbes

Os Modelos Masculinos de Maior Sucesso no Mundo

Lauren Streib
08 de Maio de 2008

Rápido, diga o nome de um modelo.
Não é capaz? Não é surpresa nenhuma. Os modelos, mesmo aqueles que estão no topo da indústria da moda, não são conhecidos do público em geral.

Ao contrário das suas homologas femininas, eles não apresentam programas televisivos ou representam multimilionárias empresas de lingerie. Também não facturam milhões de dólares.

Fotografia: Os 10 Modelos de Maior Sucesso no Mundo
Nas imagens: As Modelos mais Bem Pagas do Mundo
Nas imagens: A Mulher mais Rica do Mundo
Nas imagens: As Celebridades mais Poderosas do Mundo
Nas imagens: As Cinco Pessoas mais Importantes entre as Modelos
Nas imagens: Dez Dicas para se Transformar numa Super-Modelo

Fotografia: Os 10 Modelos de Maior Sucesso no Mundo
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“É a única indústria do mundo onde as mulheres ganham mais que os homens,” afirma John W. Babin, co-director do departamento masculino na Red Model Management. Muito mais! As modelos exigem duas ou três vezes mais as tarifas dos modelos para o mesmo trabalho.

Os modelos de maior sucesso ganham no máximo cerca de 500 mil dólares por ano. Mesmo assim, para as pessoas que prestam atenção, os modelos são os rostos e corpos de conceituadas marcas a nível mundial.

Para ordenarmos os modelos na nossa lista, juntámos as campanhas publicitárias, trabalhos em revistas e experiência em desfiles durante as duas últimas estações, dando uma importância especial à proeminência e âmbito sempre que relevante. Tendo em conta os critérios escolhidos, a lista favorece os modelos do momento e não os veteranos da indústria.

A encabeçar a lista surge Taylor Fuchs, que está na indústria há menos de dois anos. Fuchs destaca-se com a sua longa lista de desfiles na passerelle e importantes campanhas como as da Dolce & Gabbana e Gianfranco Ferré.

Mathias Lauridsen pode estar em segundo lugar na lista, mas já está na indústria há muito mais tempo que Fuchs. Após quase cinco anos, conseguiu manter-se no topo emprestando o seu rosto – com a sua assinatura de marca, uma cicatriz na bochecha esquerda – a lucrativos contratos, como o da campanha de perfume da Primavera da Gucci.

Os modelos de maior sucesso fazem de tudo um pouco: desfiles, catálogos comerciais, campanhas publicitárias e trabalhos em revistas. As campanhas publicitárias de perfumes e designers de topo são as mais lucrativas. As sessões fotográficas para catálogos de luxo são pagas a uma média de 8000 – 15000 dólares por dia e, tradicionalmente, duram um dia.

Para os modelos em ascensão, a maioria dos trabalhos pagam em prestígio e extras não monetários. Uma sessão fotográfica para um trabalho de revista pode render 150 dólares a um modelo, mas o trabalho com um fotógrafo proeminente, o aprimorar do portfolio e a exposição numa conceituada revista valem bem mais do que dinheiro. Os desfiles, especialmente com designers promissores, frequentemente são bons porque dão roupas que podem ser muito úteis em castings.

Os antigos modelos que estiveram perto de gozar do estatuto das supermodelos, como Mark Vanderloo e Marcus Schenkenberg no início dos anos 90, representavam o ideal do "boneco Ken da Barbie". Pouco depois, surgiu uma tendência brasileiro-cubana graças em parte a Bruce Weber, o fotógrafo responsável pelos emblemáticos anúncios Calvin Klein. Depois seguiu-se o grunge. Desde então, regressou o modelo de um homem “mais saudável”, muito embora a aparência varie de marca para marca.

As principais campanhas publicitárias não apresentam os "miúdos do skate que eram usados antigamente," refere Gene Kogan da DNA Model Management. “Há um maior respeito pelo consumidor.” Dado que os consumidores que mais gastam em compras são os homens mais maduros, a publicidade e os editoriais mudaram para atrair a sua atenção.

Mesmo assim, os modelos têm cada vez menos oportunidades à medida que a indústria do retalho se contrai. Há uma década, os modelos tinham trabalho de catálogo proveniente dos grandes armazéns como o Marshall Field's, Kaufmann's, Hecht's e Hudson's. Em 2005, todas estes armazéns foram adquiridos e hoje encontram-se todos sob uma única designação, a gigante Macy's.

Depois, também há a ascensão da cultura das celebridades. Os modelos lutam agora com celebridades masculinas para trabalho editorial que antes era exclusivo dos modelos. Desde 2000, apenas um modelo foi capa da GQ. As modelos foram capa sete vezes e as celebridades masculinas mais de 70 vezes. Os modelos foram relegados para revistas como a Numéro Homme, i-D e VMan, fora do mainstream e atraindo um público mais arrojado.

Mesmo assim, ainda há esperança como refere Kogan: "O crescimento das revistas masculinas demonstra que os homens compram actualmente mais roupas e produtos de beleza. Com o decorrer do tempo, à medida que os homens gastam mais dinheiro, o negócio irá melhorar."

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